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Aprendendo a mexer no FileZilla


Muitos clientes tem dificuldade na hora de escolher um programa de FTP (File Transfer Protocol), por conta disso, hoje você irá aprender como usar um dos programas mais simples e práticos de FTP, o FileZilla, se você ainda não tem, pode baixar clicando aqui.

Vamos começar conhecendo a interface do programa.

  1. Host do site. Ex: ftp.exemplo.com.br;
  2. Nome de usuário de FTP do site. Ex: exemplo;
  3. Senha do usuário de FTP do site. Ex: exemplo123;
  4. Porta do FTP (Muitas vezes não é necessário);
  5. Registros de Atividade do programa (log);
  6. Gerenciador de Sites (Veja como usar mais abaixo);
  7. Arquivos pertencentes a pasta acessada;
  8. Hierarquia das pastas do site acessado;
  9. Status das transferências que estão sendo realizadas, ou que já foram realizadas.

Agora vamos aprender a configurar um site pelo Gerenciador de Sites

Ao clicar no botão do Gerenciador de Sites, você irá se deparar com esta interface, aperte o botão Novo sítio, destacado em vermelho na figura acima. Mas antes de sair conectando seu site, você terá que fazer uma mudança simples, clique em Anónimo (Destacado em vermelho na figura abaixo) e selecione a opção NORMAL.

Estamos quase lá! Agora edite as informações para as de seu site.

Host: Endereço do ftp. Ex: ftp.exemplo.com.br

Porta: Não é necessário.

Protocol: Não é necessário a mudança.

Encryption: Não é necessário a mudança.

Tipo de Logon: Normal.

Usuário: Usuário do site.

Senha: Senha do Usuário do site.

Conta: Não é necessário a mudança

Comentários: Informações que você julgar útil sobre o site.

Agora clique no botão OK, se você fez tudo certo, seu site deverá estar aparecendo (e funcionando) na lista de sites do FileZilla. Para testar seu site, clique nele no gerenciador, e depois em conectar (Ambos destacados em vermelho na imagem abaixo).

Espero que tenha dado tudo certo. Até o próximo tutorial.

Como acessar o Webmail de sua hospedagem Linux


Para acessar o Webmail de qualquer computador, basta digitar o endereço www. seudominio .com.br / webmail (digitar sem espaço e trocando “seudominio” pelo nome correto do domínio que quer acessar.

Na tela que lhe aparecer, digite seu e-mail completo (email@seudominio.com.br) e sua Senha e clique em Login.

Tela de Login de Webmail

Na próxima tela, aparecerá 3 (três) opções de programas para você escolher. Se for seu primeiro acesso, escolha qualquer um dos Programas e se caso não gostar, na próxima vez que acessar, escolha outro Programa para testar a interface.

Tela para escolher Webmail

Simples e rápido.

Como trocar a senha de e-mail pelo Webmail (Cpanel – Linux)


Para trocar a senha de seu e-mail, basta acessar www. nomedodominio .com.br/cpanel (sem os espaços) e você será redirecionado para a tela de Login de seu e-mail, conforme abaixo:

Digite no campo Email seu e-mail completo (email@dominio.com.br) e no campo Password, digite sua senha e clique em Login.

Tela de Login do Webmail

Tela de Login do Webmail

Você será redirecionado para dentro do Webmail. Na próxima tela, selecione a opção Alterar Senha.

Opções do Webmail

Opções do Webmail

Na próxima tela, digite a Nova Senha no primeiro campo, redigite a mesma senha no segundo campo para confirmar e clique em Alterar Senha…

Tela com opções de alteração de senha

Tela com opções de alteração de senha

Pronto, sua nova senha estará configurada.

Muito cuidado ao abrir e-mails e clicar nos links


Nesta terça-feira, 18 de julho de 2011, recebi um e-mail, cujo remetente enganoso é o G1 da Globo.com com um assunto da atualidade, dizia que o Goleiro Bruno teria sido agredido e morto na cadeia.

Assunto do e-mail malicioso

Assunto do e-mail malicioso

Eu já estranhei porque não assinei nenhuma newssletter no site da Globo, apesar de ler bastante este site. E veja abaixo que o dia é atual, citando a terça-feira, como o dia do ocorrido.

O Gmail traz a continuação das primeiras palavras escritas dentro do e-mail

O Gmail traz a continuação das primeiras palavras escritas dentro do e-mail

Então aqueles desligados e curiosos de plantão, sentem aquela cosquinha nos dedos e não aguenta ficar sem dar uma olhadinha no e-mail e abrem o dito cujo. Até aí, não tem muito problema quando o e-mail já foi filtrado por um anti-vírus, como é o caso do Gmail.

Conteúdo do e-mail com a notícia completa

Conteúdo do e-mail com a notícia completa

Então depois de aberto e uma rápida leitura, muita gente não se segura e clica no link VEJA AS IMAGENS e é aí que você é infectado.

Para que você se certifique que o link não leva a um site da Globo, basta você colocar o mouse em cima do link, SEM CLICAR, e ver o para qual endereço você será redirecionado com o clique. Veja exemplo na imagem abaixo…

Veja endereço malicioso e que pode infectar seu computador

Veja endereço malicioso e que pode infectar seu computador

Neste caso, se você clicar no link, você seria redirecionado para o endereço mostrado no canto esquerdo da imagem acima. Muitas pessoas cometem este erro, achando, como o assunto é atual, que pode ser verdade a notícia enviada.

Eu já recebi vários e-mail como este com assuntos variados, como acidentes com avião, tragédias como terremotos, atualizações de dados bancários, pessoas dizendo que postou fotos suas na internet, dentre outros.

O que todos precisam entender, é que na internet, precisamo tomar cuidados básicos e não sair clicando em tudo que recebemos. Fazendo isto, a saúde de seu computador será sempre resguardada. Tome cuidado.

Contrato de licença: concordou e não leu, sua alma você vendeu


Ninguém lê os termos de uso ao instalar um software e, em muitos casos, esse é um grande erro. Confira o que deve ser ponderado antes de clicar em Aceitar.

Por Felipe Arruda

Você também pula a tela com os termos de uso dos softwares?

A cena é clássica. O instalador do software inicia e, antes de começar a copiar os arquivos para o seu computador, exibe um texto enorme, em letras razoavelmente pequenas, que define o que pode ou não ser feito com aquela cópia do programa. Mas, sem se dar o trabalho de ler qualquer frase, o usuário clica logo em “Aceitar”.

A cena descrita acima deixaria nossos avós de cabelo em pé! Aceitar um termo de uso sem ler é o mesmo que assinar um contrato sem saber o que está sendo estipulado. Se, por acaso, naquele texto tiver algo que possa prejudicá-lo, pode ser tarde demais para reclamar depois que você concordar com o contrato.

Afinal, os termos de uso não passam de um contrato entre o fabricante do software e o usuário, que pagou por ele. Quando alguém compra a cópia de um software, a pessoa não está adquirindo o programa em si, mas o direito de usá-lo. E esse direito está regido sob regras estipuladas pelo fabricante. Caso o usuário não concorde com os termos apresentados, a instalação é logo cancelada.

Afinal, alguém lê aquele catatau?

A resposta é a que todo mundo esperava: quase ninguém. A maior parte das pessoas passa apenas alguns poucos segundos antes de clicar em “Aceitar”, tempo insuficiente para ler um parágrafo sequer.

Esse comportamento já foi comprovado. Rainer Böhme, da Universidade de Berkley, e Stefan Köpsell, da Universidade Técnica de Dresden, realizaram uma pesquisa (PDF) com mais de 80 mil usuários. Em um serviço de proxy anônimo, os pesquisadores inseriram um aviso de mais ou menos 200 palavras, em inglês e alemão, convidando o usuário para participar de uma pesquisa sobre anonimato na internet. O texto era curto e dispensava até mesmo barra de rolagens.

Mais de 50% dos 81.920 usuários fecharam a janela em menos de oito segundos, o que demonstra claramente que eles não leram o texto todo. Além disso, os responsáveis pela pesquisa perceberam que o texto exibido nos botões da janela é que definem a atenção que o usuário dispensa a ela.

A influência dos botões

Se a janela exibe os botões “Accept” e “Decline”, por exemplo, as chances são grandes de que o usuário aceite os termos propostos pelo texto, já que a janela se parece, visualmente, com a de um contrato de licença.

Quando os textos dos botões foram alterados para “Eu desejo participar” e “Eu não desejo participar”, os pesquisadores perceberam uma queda muito grande no nível de aceitação dos usuários, porque esses botões faziam com que eles lessem o texto e pensassem melhor antes de responder.

Além disso, Böhme e Köpsell constataram que as chances de aceitação do termo diminuem à medida que o usuário passa tempo demais na tela do contrato. Ou seja, quando o usuário realmente lia o texto da janela, ele decidia não participar da pesquisa. Mas a grande maioria continuava clicando em “Aceitar”, sem ler.

O mais preocupante é o fato de que o teste foi realizado com pessoas que se preocupam com a privacidade online, ou seja, com usuários que já passaram do nível iniciante e que possuem um bom conhecimento sobre o uso de computadores ou de internet. Em um sistema de uso mais geral, talvez os resultados fossem ainda piores.

5% dos usuários leem o contrato

Jeff Sauro, fundador da empresa Measuring Usability, que tem como foco pesquisas e estatísticas referentes à usabilidade de softwares e sites, também afirma que pouquíssimas pessoas leem os termos de uso. De acordo com o profissional, ao analisar o registro de alguns softwares, ele percebeu que, em média, os usuários gastam apenas seis segundos na tela com o contrato de licença.

Ainda de acordo com Sauro, se a leitura do termo de uso demora em média 2 minutos para ser completada, pode-se afirmar que cerca de 95% dos usuário não leem o texto antes de clicar em aceitar.

Vendendo a própria alma, literalmente

Para comemorar o Dia da Mentira, a empresa Gamestation adicionou uma cláusula, no mínimo, divertida: o usuário que concordasse com a licença estaria vendendo sua alma para a fabricante do game. Porém, eles foram bonzinhos.

Caso o usuário não acreditasse que possuía uma alma, já tivesse vendido a alma para outra pessoa ou simplesmente não concordasse, ele poderia discordar da cláusula por meio de uma caixa de opção.

Mesmo assim, 7,5 mil pessoas venderam suas almas à empresa. É possível que boa parte desses usuários tenha entendido a piada e resolveu participar dela, mas também é muito provável que a maioria nem sequer leu os termos com os quais estava concordando.

Termos mais comuns nas licenças

Famosa por defender os direitos civis nas questões relacionadas à internet ou à tecnologia, a Electronic Frontier Foundation (EFF) preparou até mesmo um guia sobre os termos mais comuns presentes nos contratos de licença. De acordo com a fundação, há inúmeras cláusulas que podem restringir a liberdade dos usuários ou diminuir a sua privacidade.

- Não fale mal de mim
Para começar, muitas delas estipulam que o usuário não pode criticar publicamente o software que está usando. Mas precisamente, essa licença costuma dizer que os resultados obtidos por testes de performance não podem ser divulgados ou comparados publicamente com o de produtos concorrentes. Empresas como a McAfee, Microsoft e VMware são algumas das que já apelaram para esse termo, que além de violar o seu direito de expressão também favorece uma prática de mercado desleal, já que elas poderiam, por exemplo, publicar relatórios de comparação dos próprios produtos em relação ao dos concorrentes.

- Sorria, você está sendo observado
Parece mentira, mas o fato é que algumas empresas sabem o que está acontecendo em seu computador. O termo de uso de alguns softwares estipula que a fabricante pode instalar, automaticamente e sem a sua confirmação, softwares em seu computador, em nome da “segurança”.

O editor de vídeo Studio 9, por exemplo, trazia uma cláusula em sua licença alegando que esses softwares instalados por eles poderiam fazer com que o editor ou qualquer outro programa do seu computador parasse de copiar ou de reproduzir conteúdo protegido por direitos autorais.

Ou seja, a Pinnacle, fabricante do Studio 9, declarava que poderia estragar o sistema do usuário com essas instalações automáticas. E, mesmo assim, muitos devem ter clicado em “Aceitar”.

A licença de muitos softwares também estipula que o usuário concorda com a instalação de spywares em sua máquina.

- Não estude este software
A maior parte das licenças também traz uma cláusula dizendo que o usuário não pode aplicar engenharia reversa ao software ou tentar “descompilá-lo”, ou seja, revertê-lo para o estágio de código-fonte. A razão é óbvia: proteger a propriedade intelectual do fabricante e evitar que outras pessoas possam lucrar em cima da criação da empresa.

- Não use outro software
Outro termo que aparece com frequência é o que estipula quais softwares não devem ser usados junto com o produto do contrato de licença em questão. Alguns programas não permitem que você use maneiras “não oficiais” para removê-los, como softwares que possam desinstalar o programa de seu computador.

- Concorde com o que ainda não existe
Não raros os contratos de licença avisam ao usuário que ele está concordando, automaticamente, com todas as implementações, modificações e atualizações do software que possam ocorrer no futuro. Algumas vão além e dizem que o usuário também concorda com qualquer alteração que o termo de uso possa ter.

Cláusulas nem tão comuns assim

Algumas licenças trazem cláusulas tão estranhas que até chegam a ser engraçadas. Outras acabam usando o senso de humor como forma de fisgar o usuário e fazer com que ele continue a ler o texto do contrato.

- iTunes
Quem compra joguinhos e outros aplicativos pela loja do player de música da Apple nunca deve ter pensado em usar o software licenciado para cometer algum crime. Mesmo assim, a licença da iTunes Store estipula que o usuário está ciente de que não deve usar os softwares “comprados” para desenvolver ou produzir mísseis, armas químicas, nucleares ou biológicas.

O mesmo vale para o player de música em si. Quem usar o programa se compromete a não usar o iTunes para construir ameaças nucleares ou químicas. Além disso, a Apple estipula que, se por acaso ela precisar pagar alguma indenização ao usuário, esse valor não ultrapassará o valor de US$ 50.

- WordWeb
O dicionário WordWeb possui uma versão paga e outra gratuita. Mas, atenção: não são todas as pessoas que podem instalar a versão gratuita. De acordo com a licença, o software só pode ser instalado apenas por “quem faz, no máximo, dois voos comerciais (e não mais do que um voo de retorno) em um período de 12 meses”.

O texto ainda complementa, dizendo que as pessoas que mais do que isso precisam comprar a versão “Pro” caso queiram continuar a usar o software depois do período de avaliação.

A empresa alega que esse modelo de licença é usado para incentivar o uso da versão gratuita por pessoas menos favorecidas, além de fazer com que os outros usuários possam pensar sobre o impacto ambiental causado por tantos voos.

- Opera
Pode parecer esquisito, mas a licença do Opera define como você pode ou não usá-lo na internet. O contrato proíbe, por exemplo, que o usuário envie ou disponibilize, por meio do navegador web, imagens, códigos e outros tipos de material obscenos, vulgares, ameaçadores ou com mensagens de ódio, assim como conteúdo que desobedeça a leis ou infrinja os direitos de terceiros.

Além disso, a empresa também se dá o direito de bloquear certos sites ou domínios e redirecionar o usuário para outras páginas. Ao clicar em “Aceitar”, você está concordando com isso.

- Feelin
O framework de desenvolvimento Feelin também possui uma licença curiosa. Logo no início, antes de começar as cláusulas do termo de uso, os desenvolvedores avisam que o usuário do framework promete comer apenas vegetais em pelo menos um dia da semana, ajudar ou falar com pessoas que estão passando necessidades, respeitar pessoas diferentes, reciclar o lixo, praticar sexo seguro e não invadir países pensando que é o dono do mundo.

- Cuidado com os termos de uso do Twitpic!
Os termos de uso do Twitpic, serviço de compartilhamento de imagens pelo Twitter, acabaram levantando uma discussão muito relevante sobre direitos autorais. Basicamente, o contrato de licença do site dizia que a foto enviada por um usuário não podia ser reutilizada por jornais, blogs e outras pessoas, mesmo que o dono da foto autorizasse.

Depois de algumas críticas, os responsáveis pelos termos de uso voltaram atrás, garantindo os direitos completos de quem enviou a imagem para o site. Porém, o contrato de licença do Twitpic ainda esconde uma pegadinha: ao enviar uma imagem para o site, o usuário está concedendo, automaticamente, permissão para que o Twipic possa usar a fotografia como bem entender, até mesmo licenciando a foto que você tirou para outras empresas.

E, recentemente, a empresa responsável pelo Twitpic, WENN, anunciou que passará mesmo a licenciar o conteúdo disponibilizado por meio do site. Portanto, se você não concorda com esses termos, talvez seja bom procurar uma alternativa, como o Yfrog, que deixa claro nos termos de uso que não venderá ou licenciará as imagens enviadas pelos usuários.

Validade legal das licenças de software

O Tecmundo entrou em contato com o advogado Iwerson Luiz Wronski, que explicou que a legislação brasileira encara os termos de uso de um software como uma transação comum de consumo.

“O contrato de licença de uso de software se caracteriza como um contrato de consumo, sujeitando-se ao regime jurídico do Código de Defesa do Consumidor. O adquirente ou cessionário de software é sempre consumidor, sem qualquer distinção. Toda vez que o usuário adquire bens e serviços de informática, tornando-se ou proprietário ou cessionário, está protegido pelo Código de Defesa do Consumidor”, explica Iwerson.

“O artigo 2º da mesma norma legal é claro ao conceituar consumidor como ‘toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final’”, complementa.

Outra questão que pode ser pertinente é o fato de que, no Brasil, ao contrário dos Estados Unidos, a proibição de engenharia reversa de softwares não pode ser contestada. De acordo com Iwerson, isso se deve ao fato de que o usuário não está comprando o produto, mas apenas a licença de uso dele. O usuário só pode estudar ou modificar um software caso o detentor dos direitos do produto o autorize a fazê-lo.

Fonte: www.tecmundo.com.br

Transforme suas fotos em desenhos divertidos com este site que cartooniza qualquer imagem


Por Beatriz Portella Smaal

Que tal transformar suas fotos preferidas em desenhos engraçados, que divertem ainda mais seus amigos? O Convert to Cartoon é uma ferramenta online simples de usar, que deixa suas imagens no estilo de cartoons com apenas poucos cliques, fazendo a festa da galera.

Basta que você escolha uma imagem e clique em “Cartoonize Now” para que o programa automaticamente transforme aquela figura sem graça em um desenho diferente. Assim, você pode usar imagens diferentes para decorar seu álbum do Orkut, modificar seu avatar e muito mais.

Além das fotos armazenadas no seu computador, você pode também inserir um endereço da web em que suas fotos estejam armazenadas. O programa automaticamente vai transformar aquela imagem online também em um desenho, para que você tenha em seu computador. Basta escolher a opção “Upload photo from url” para postar o link da imagem online.

Copie ou faça download

Uma vez transformada, você pode fazer baixar a imagem no computador, apenas clicando na opção “Download”. Outra opção é clicar em “see it in full size”, para que veja a imagem no tamanho real. Ali, basta usar o botão direito do mouse e escolher a opção “salvar imagem como” para guardar a imagem em sua máquina.

As imagens transformadas possuem o mesmo tamanho da original, uma vez que o programa mantém as proporções durante a transformação. O desenho traz o nome do desenvolvedor do site na lateral direita da imagem, como uma marca d’água.

DICA: o programa funciona com qualquer fotografia, porém quanto mais nítida, melhor. Imagens de animais ou com muitas pessoas em foco podem ficar estranhas, pois as linhas do desenho escondem detalhes. Opte sempre por imagens com poucas pessoas, com menos focos para transformação.

Acesse o site para converter as imagens aqui…

Fonte: www.baixaki.com.br

Skype deixa de oferecer número de telefone no Brasil por tempo indeterminado


Acabei de receber um e-mail do Skype me dando a desagradável notícia de que, quando meus números de telefones via Skype terminarem a validade da assinatura, não poderei renová-los.

O problema, afirma o próprio Skype em seu e-mail, é da Transit Brasil que não quer mais fornecer este serviço para o Skype e como a legislação brasileira obriga o Skype a ter uma empresa brasileira para poder fornecer o número online, o serviço ficará indisponível.

Entrei a pouco no site do Skype e a bandeira brasileira não está disponível para contratar números de nosso país.

Será que isso vai ser resolver? Quando? Ninguém sabe. A única certeza é que teremos que procurar outra empresa para nos fornecer este serviço. Uma pena.

O que o Opera tem de diferente em relação aos outros navegadores


Para você que usa somente o Internet Explorer, chegou a hora de, pelo menos, experimentar algumas opções. O grande problema é que temos medo do novo ou então nos pegamos acomodados com a situação e nem pensamos em ter o trabalho de baixar um novo software e saber suas diferenças.

Claro que você não pode, e nem deve, sair sem rumo e instalar qualquer software em sua máquina. Mas existe vida além da Microsoft, acredite. Temos alguns navegadores consagrados e seguros como Firefox, Opera e o mais novo, Chrome do Google.

Conheça no Vídeo abaixo o que o Opera tem de interessante e se quiser testar, baixe aqui, sem medo de ser feliz.

[youtube]ItaHdG4SHj8[/youtube]

Firefox 4 Lançado


Em 24 de março de 2011

A Guerra dos navegadores continua firme e forte. Após alguns dias do lançamento do IE 9, a Mozilla disponibiliza a mais nova versão do seu navegador, o Firefox 4. Software livre, promete segurança e rapidez ao navegar pelos sites da internet.

Os navegadores estão seguindo uma tendência de serem mais limpos e minimalistas, deixando mais área disponível para visualizar os sites. Você pode baixar a nova versão neste link.

Firefox Versão 4

Firefox Versão 4

Lançado novo Site da Jotac


Mais dinâmico, design moderno e arrojado, nosso novo site traz, além da publicações atualizadas de nossos trabalhos, um canal completo de novidades na área publicitária com artigos, notícias e tutoriais de vários tipos.

Redesenhamos o site pensando no visitante. Logo na Home, em destaque, várias imagens mostra os últimos trabalhos desenvolvidos e entregues pela nossa equipe, divididos por categorias, como Sites, Diagramação de Revistas, Diagramação de Jornais, Criação de Logotipos, entre outros.

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